BOM SENSO OU SENSO COMUM?


 “O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.”
Albert Einstein

Precisamos de mais pessoas com espírito humanitário na comunidade, e se for gestor melhor ainda. Descobrir as causas do sofrimento humano não é tarefa tão difícil: olhemos nosso governo, reflita na pessoa de nossos governantes ou mesmo suas táticas para chegar ao poder. 

Queremos levar você leitor desse BLOG, a conhecer os princípios de um bom governo, para que possam discutir racionalizar e leva-los a serem multiplicadores de uma nova esperança contida na mesma que fé que é capaz de mover montanhas.

Uma cidade além de um “bom” nome para ocupar o mais alto cargo do poder executivo do município, requer uma pessoa preparada e humanizada. Este “bonzinho”, sendo financiado por dinheiro que vem de todos os lados, não saberá de que lado sairá o bronze destinado a manutenção da comunidade e o conforto de toda uma sociedade, principalmente no que tarje a situação dos mais pobres.

Estes, pobres, desamparados estão sempre em desvantagem ou mesmo em situação de risco. Pessoas em situação de vulnerabilidade mantêm o mesmo comportamento de risco em todas as eleições. Estão sempre abertos a relações desprotegidas com novos e velhos parceiros políticos – mal sabem estas desprivilegiadas pessoas que o vírus da corrupção é extremamente devastador é responsável por altas taxas de morbimortalidade e dizimam milhares de indivíduos em nossa regional.

O escritor humanista Thomas Paine em seu livro, O Senso comum diz:

A sociedade é produzida pelas nossas necessidades, e o governo, pela nossa maldade; a primeira promove positivamente a nossa felicidade, unindo as nossas afeições, enquanto o segundo o faz negativamente, refreando nossos vícios. A primeira encoraja o intercâmbio, o segundo cria distinções. A primeira é uma patrocinadora, o segundo, punitivo.”

Diz ainda:

“A sociedade em qualquer estado, é uma benção, enquanto o governo, mesmo no seu melhor estado, não é mais que um mal necessário; e em seu pior estado é um mal intolerável.

Nós fornecemos ao governo, os meios pelos quais nos fazem sofrer. Retornemos a Paine:

Se os impulsos da consciência fossem obedecidos clara, uniforme e irresistivelmente, ninguém precisaria de outro legislador; mas, como não é o caso, os homens vêem-se obrigados a ceder uma parte de sua propriedade, a fim de providenciar meios para proteger o resto; e são levados a proceder assim, levados pela mesma prudência que, em qualquer outro caso, aconselha-nos a, dentre dois males, escolher o menor.”


Reflita o texto, trançando paralelos em nossa comunidade. Qual a real necessidade de vivermos neste cativeiro político? O que realmente temos de bom depois da política? A nossa vida no dia-a-dia é tranquila?


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CUIDADO COM AS MESAS DE BAR. ELAS TEM PODERES MÍSTICOS.

Um vereador de Pedreiras - MA e outro aí é de Lima Campos. Quem será?
Mesa de bar é fogo. Quer saber o que está acontecendo na urbe? É só sentar em volta da mesa maldita e calibrar bem na dose, aí você vai ver o festival de patacoadas, lorotas, causos, contos da carochinha e estória pra boi dormir (dorme Baiano!). Disse-me assim, certa vez um Doutor amigo meu: “As melhores amizades são feitas na mesa dum bar”. É? Poderia até concordar com tal pensamento. Porém peço replica, e acrescento: “Pode até ser a melhor, mas, nunca será a mais franca”. Treplica: “Amigo não é aquele que te abraça quando o cálice está sobre a mesa. E sim, aquele que te beija depois de uma golfada”. (Pedras Verdes, 2011, rsrsrs), 

Uma Doutora amiga minha, ensinou-me que o individuo alcoolista (cachaceiro ou pé-de-cana), passa por três fases distintas na hora que está tomando a “água que pinto não bebe” - passarinho até que não bebia, mas agora está é com cirrose. 

A primeira fase é a do MACACO: o cidadão fica todo animado; é o que fala mais alto; ri com tudo, pega na bunda do mais besta, toma gosto com a cunhada, fala mal do patrão nesse instante “não tem puta pobre”, o infeliz fica logo rico. 

Já na segunda, vixe! É a fase do LEÃO: O efeito da manguaça vai balanceando, o mal-estar vem vindo como ondas, a alegria é biotransformada em raiva. Nesse estágio, o já desafortunado, macaco cria jubas e vira leão. Pense num bicho destemido é bêbado! Cria logo um peito de aço. A morte é um simples detalhe aqui. 

Por ultimo, a fase mais gostosa: A fase do PORCO: Depois de brigar com o melhor amigo, discutir com o garçom, mandar a sogra pra quele lugar; o “coitado” é vítima de sua própria arrogância. Quem não tem amigo nessas horas sofre. Ou pensa que rolar no vomito é pra todo mundo? Pior de tudo não é isso! Busco auxílio do grande Ruy Barbosa, que te introduz e explica o pior dos acontecimentos de um dipsomaníaco, Vejamos: 

“O orifício circular corrugado, localizado na região ínfero-lombar de um cidadão em elevado grau etílico, deixa de estar em consonância conforme os direitos constitucionais irrevogáveis e invioláveis vigentes na sociedade e conforme as leis de propriedade privada. Ou melhor dizendo: Cu de bêbado não tem dono!”. 

- Capitão Nascimento, Diz: "Traz a vassoura!"