![]() |
| Um vereador de Pedreiras - MA e outro aí é de Lima Campos. Quem será? |
Mesa de bar é fogo. Quer saber o que está acontecendo na urbe? É só sentar em volta da mesa maldita e calibrar bem na dose, aí você vai ver o festival de patacoadas, lorotas, causos, contos da carochinha e estória pra boi dormir (dorme Baiano!). Disse-me assim, certa vez um Doutor amigo meu: “As melhores amizades são feitas na mesa dum bar”. É? Poderia até concordar com tal pensamento. Porém peço replica, e acrescento: “Pode até ser a melhor, mas, nunca será a mais franca”. Treplica: “Amigo não é aquele que te abraça quando o cálice está sobre a mesa. E sim, aquele que te beija depois de uma golfada”. (Pedras Verdes, 2011, rsrsrs),
Uma Doutora amiga minha, ensinou-me que o individuo alcoolista (cachaceiro ou pé-de-cana), passa por três fases distintas na hora que está tomando a “água que pinto não bebe” - passarinho até que não bebia, mas agora está é com cirrose.
A primeira fase é a do MACACO: o cidadão fica todo animado; é o que fala mais alto; ri com tudo, pega na bunda do mais besta, toma gosto com a cunhada, fala mal do patrão nesse instante “não tem puta pobre”, o infeliz fica logo rico.
Já na segunda, vixe! É a fase do LEÃO: O efeito da manguaça vai balanceando, o mal-estar vem vindo como ondas, a alegria é biotransformada em raiva. Nesse estágio, o já desafortunado, macaco cria jubas e vira leão. Pense num bicho destemido é bêbado! Cria logo um peito de aço. A morte é um simples detalhe aqui.
Por ultimo, a fase mais gostosa: A fase do PORCO: Depois de brigar com o melhor amigo, discutir com o garçom, mandar a sogra pra quele lugar; o “coitado” é vítima de sua própria arrogância. Quem não tem amigo nessas horas sofre. Ou pensa que rolar no vomito é pra todo mundo? Pior de tudo não é isso! Busco auxílio do grande Ruy Barbosa, que te introduz e explica o pior dos acontecimentos de um dipsomaníaco, Vejamos:
“O orifício circular corrugado, localizado na região ínfero-lombar de um cidadão em elevado grau etílico, deixa de estar em consonância conforme os direitos constitucionais irrevogáveis e invioláveis vigentes na sociedade e conforme as leis de propriedade privada. Ou melhor dizendo: Cu de bêbado não tem dono!”.
- Capitão Nascimento, Diz: "Traz a vassoura!"
