![]() |
| Imagem: G. Ferreira |
Quem diria que em pleno século 21, ouviríamos frases como: “Você deveria voltar à África". “Aqui é diferente, somos civilizados.” Pois bem, essas foram às palavras ditas pelo então professor Clovis Saraiva, para um de seus alunos do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do Maranhão-UFMA.
O aluno em questão foi o nigeriano Nuhu Ayuba, que sentiu-se completamente ofendido. O que mais me chamou atenção nesse acontecimento, não foi necessariamente o ato discriminatório, mas sim, a situação que engloba os envolvidos. A meu ver, ambos são negros, como pode uma pessoa discriminar outra, sendo que ambos possuem características físicas da mesma linhagem? Meio incoerente esse ato.
Para se ter uma ideia, 68% dos que compõem a população de São Luís-MA são de origem afrodescendente (IBGE-2000). Frente a esses dados, eu ainda não consigo entender os porquês de tanta diferenciação quanto à raça e cor.
Essa situação se torna mais agravante, porque envolve um professor. Esse deveria pregar a igualdade social e não desqualificar seus alunos por um motivo tão retrogrado. Mas, infelizmente a situação é real e de onde menos se espera, é que recebemos os COICES.

Esse professor ai esqueceu de lê o artigo 5 da CF:
ResponderExcluirArt. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade.
Ele tb é negro e fica tirando o africano, fala serio
ResponderExcluirQue a princesa isabel não veja!
ResponderExcluirEsse prof. Clovis Saraiva deveria ter aulas de geografia, só assim ele saberia que a África e a América do Sul um dia foram unidas, no tempo da pangeia, e que hoje elas se encontram separadas devido ao movimento tectônico das placas, ou deriva continental. Então, se outrora tudo estava ligado, e por questões geológicas tudo se separou, então Brasil e África são irmãs. Pra quê fazer distinção?
ResponderExcluirAinda há muito racismo, aqui em Pedreiras tem muito.
ResponderExcluirAqui, terra cercada de Quilombolas, logo no Maranhão que tem a segunda maior população preta do Brasil.
Esse professor aí deve estar é estresse mesmo, no entanto não justifica!
Melhor é contar até 10.
caros amigos blogueiro eu moro aqui em sao luis trabalhei um bom tempo na universidade federal do maranhao (ufma) eu conhecir esse professor realmente ele é arrogante
ResponderExcluirEle merece mofar na cadeia pois o Brasil colonia ja passou
ResponderExcluir