SOMOS CAMPEÕES -

Os Números às vezes podem até mentir, como nas pesquisas eleitorais, no entanto...


A POBREZA EXTREMA NO BRASIL
População que recebe até R$ 70 por mês /Fonte: IBGE 2011
LOCAL
GANHAM ATÉ
R$ 70/MÊS
% DA POPULAÇÃO
TOTAL
Maranhão
1.691.183
25,7
Piauí
665.732
21,3
Alagoas
633.650
20,3
Pará
1.432.188
18,9
Amazonas
648.694
18,6
Acre
133.410
18,2
Ceará
1.502.924
17,8
Bahia
2.407.990
17,2
Roraima
76.358
17,0
Paraíba
613.781
16,3
Pernambuco
1.377.569
15,7
Sergipe
311.162
15,0
Rio Grande do Norte
405.812
12,8
Amapá
82.924
12,4
Tocantins
163.588
11,8
Rondônia
121.290
7,8
Mato Grosso
174.783
5,8
Mato Grosso do Sul
120.103
4,9
Minas Gerais
909.660
4,6
Espírito Santo
144.885
4,1
Rio de Janeiro
586.585
3,7
Goiás
215.975
3,6
Paraná
306.638
2,9
Rio Grande do Sul
306.651
2,9
São Paulo
1.084.402
2,6
Distrito Federal
46.588
1,8
Santa Catarina
102.672
1,6
Brasil
16.267.197
8,5


...AS IMAGENS, FALAM MAIS QUE MIL PALAVRAS

 


 



 

Não ter tantos bens e passar fome não é o pior.


Ser pobre de espírito é a pior das POBREZAS.



Atenção Senhores políticos e homens públicos que detém bom comando sobre a sociedade "ponham a mão na consciência".

Não esqueçam que suas cabeças os guiam, e infelizmente, dependemos muitos de suas ações, para equilibrarmos as nossas ações.


Qual o preço da dignidade para os senhores e senhoras?

3 comentários:

  1. O problema da Pobreza parece ser crônico ao nosso estado. Por mais que se inventem políticas públicas, nunca são suficientes. Menciono aqui a chegada da Vale, da ALUMAR e dos grandes projetos no Maranhão, que não serviram para tirar a grande massa da população da miséria. Agora o que se ouve falar é da refinaria, da zona franca de São Luis, das Termo-elétricas e da reprodução de outros vários projetos de desenvolvimento para o estado, como a soja e o eucalipto.
    O problema não é bem a existância ou não de políticas públicas, mas sim, o papel que elas tem realmente. Não há uma preocupação consistente do Estado (como instituição) e dos atores hegemônicos, que interferem nas redes de pode, em acabar com a pobreza ou melhorar a vida da população. Tomemos como exemplo a maracutaia dos hospitais da governadora, que serviu mais para uma jogada política, inclusive com doação de dinheiro por parte das empreiteiras responsáveis para sua campanha. Ou mesmo, o projeto de industrialização do estado que não tem nada a ver com a população em geral, mas sim com algumas elites locais e principalmente as elites de mais alto escalão, as ligadas diretamente ao nosso coronelzão.
    Esses dados de pobreza extrema são só um aperitivo, eles estão ligados a uma constatação cruel, somos pobres e burros pois escolhemos esses governantes. O pior é saber que tanto um como outro, somos, também, pois não temos comida e não temos, principalmente, escolas de qualidade, já que nossos governantes preferem fecha-las a colocar um professor com qualificação.
    A miséria, que é outro nome para o termo aqui empregado (inclusive adotado pela Dilma) está presente também na nossa cultura política e dela é bem difícil de extirpar

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  2. Esse cara ai é Doutor em Questões Agrárias... vale da atenção ao que ele diz.

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Pedras Verdes, Pedreiras, MA, Brasil.